Brasil mais Barato

Conta de luz mais simples e mais barata

você paga pela energia, não por encargos que não entende

Propõe simplificar a conta de luz, reduzir gradualmente a CDE e as fontes incentivadas, manter a tarifa social e reduzir impostos sobre energia elétrica e combustíveis.

No programa: [p. 31]

O que o programa diz

Poucos brasileiros conseguem explicar a própria conta de luz, e não é por falta de atenção. A conta virou um amontoado de encargos, subsídios cruzados e siglas que ninguém decifra: o consumidor paga a energia que usou e paga também por uma série de contas que não são dele. Vamos simplificar a conta de luz, racionalizando encargos e subsídios cruzados, e promover a redução gradual da CDE e das fontes incentivadas, mantida a tarifa social para quem mais precisa dela. Vamos reduzir impostos sobre energia elétrica e combustíveis, buscar segurança energética ao menor preço possível para o consumidor e regular as diversas fontes com um único norte: o menor preço final para quem paga a conta. Energia mais barata aparece no fim do mês: é a conta que cabe no orçamento, o chuveiro que a família liga sem medo, a padaria que não repassa o custo ao pão e a fábrica que não precisa demitir para pagar a luz. [p. 31]

Em linguagem simples

  • O texto afirma que a conta de luz virou um conjunto de encargos, subsídios cruzados e siglas difíceis de entender, e que o consumidor paga também por contas que não são dele.
  • Propõe simplificar a conta de luz, racionalizando encargos e subsídios cruzados, e reduzir aos poucos a CDE e as fontes incentivadas.
  • Prevê manter a tarifa social para quem mais precisa dela.
  • Prevê reduzir impostos sobre energia elétrica e combustíveis.
  • Prevê buscar segurança energética ao menor preço possível e regular as diferentes fontes de energia com um objetivo: o menor preço final para quem paga a conta.

O que não está no programa

  • Não explica o que é a CDE nem quais fontes incentivadas seriam afetadas.
  • Não indica o ritmo nem o prazo da redução gradual.
  • Não especifica quais encargos e subsídios cruzados seriam racionalizados.
  • Não diz quais impostos sobre energia elétrica e combustíveis seriam reduzidos nem em quanto.
  • Não apresenta estimativa de quanto a conta de luz cairia nem detalha os critérios da tarifa social.