Competitividade doméstica
crescer por dentro para competir por fora
Defende que infraestrutura, produtividade, segurança jurídica, estabilidade macroeconômica, crédito e juros são a base para empresas brasileiras de todos os portes competirem no exterior.
O que o programa diz
De nada adianta um punhado de campeãs nacionais se o restante da economia patina em baixa produtividade. A competitividade doméstica é o fundamento da projeção internacional: é o foco em infraestrutura, produtividade, segurança jurídica, estabilidade macroeconômica, acesso à crédito e juros civilizados que dá às empresas brasileiras, grandes e pequenas, as condições de um processo longo e seguro de inserção no mundo. Um país competitivo por dentro é um país que gera emprego, renda e prosperidade que chega a todos. [p. 64]
Em linguagem simples
O texto afirma que a competitividade dentro do país é a base para a presença das empresas brasileiras no exterior. Aponta como foco infraestrutura, produtividade, segurança jurídica, estabilidade macroeconômica, acesso a crédito e o que chama de juros civilizados, para empresas grandes e pequenas.
O que não está no programa
- Não apresenta medidas específicas, metas nem prazos; o trecho descreve prioridades gerais.
- Não define o que seriam juros civilizados nem indica meta para a taxa de juros.