Segurança hídrica
água que chega, e enchente que não destrói
Propõe executar obras hídricas no Nordeste, como os ramais do Apodi e do Salgado, a Adutora do Seridó e o Canal do Xingó, e ampliar a infraestrutura de prevenção a eventos climáticos extremos.
O que o programa diz
Para milhões de brasileiros, sobretudo no Nordeste, a água ainda é uma incerteza diária, e a cada temporada de chuva outras tantas famílias perdem tudo em enchentes e deslizamentos. Nós já mostramos que sabemos resolver isso. O Eixo Norte da Transposição do Rio São Francisco, foi concluído no governo Bolsonaro, e as águas do Velho Chico finalmente chegaram ao Ceará, à Paraíba e ao Rio Grande do Norte, levando segurança hídrica a milhões de nordestinos. Vamos retomar essa mesma eficiência para tocar as próximas obras. Iremos concluir, iniciar, executar estruturas como o Ramal do Apodi, o Ramal do Salgado, a Adutora do Seridó, o Canal do Xingó, o Ramal do Piancó, os Canais do Sertão Baiano, Piauiense e Alagoano, o CAC e a duplicação do Eixão das Águas do Ceará, sem o abandono de obras que marcou gestões anteriores. E vamos ampliar a infraestrutura de prevenção a eventos climáticos extremos, com barragens de usos múltiplos, reservatórios de controle de cheias, diques, canais e obras de drenagem e macrodrenagem, além do fortalecimento do monitoramento, alerta e resposta da Defesa Civil. Água que chega com segurança à torneira e à lavoura, e cidades protegidas da seca e da enchente. [p. 52]
Em linguagem simples
- O texto afirma que, sobretudo no Nordeste, o acesso à água é incerto e que famílias perdem tudo em enchentes e deslizamentos. Cita a conclusão do Eixo Norte da Transposição do Rio São Francisco, que levou água ao Ceará, à Paraíba e ao Rio Grande do Norte.
- Propõe concluir, iniciar ou executar obras hídricas como o Ramal do Apodi, o Ramal do Salgado, a Adutora do Seridó, o Canal do Xingó, o Ramal do Piancó, os Canais do Sertão Baiano, Piauiense e Alagoano, o CAC e a duplicação do Eixão das Águas do Ceará.
- Prevê ampliar a prevenção a eventos climáticos extremos, com barragens de usos múltiplos, reservatórios de controle de cheias, diques, canais e obras de drenagem e macrodrenagem, além de reforçar o monitoramento, o alerta e a resposta da Defesa Civil.
O que não está no programa
- Não indica quais obras seriam concluídas, quais seriam iniciadas e quais seguiriam em execução.
- Não apresenta custo, fonte de recursos nem cronograma das obras citadas.
- Não indica onde nem quantas seriam as obras de prevenção a cheias e de drenagem.
- Não detalha em que consistiria o fortalecimento da Defesa Civil.