Brasil que Cresce

Turismo: uma vocação que rende

o que o Brasil tem de sobra e aproveita de menos

Propõe promover o destino Brasil e as vocações de cada região, apoiado na infraestrutura prevista no plano e nas ações de segurança do Brasil sem Medo.

No programa: [p. 59, 60]

O que o programa diz

O Brasil tem no turismo uma vocação natural e uma de suas maiores riquezas: praias, florestas, patrimônio histórico e cultural, festas e belezas que o mundo inteiro quer conhecer. Mesmo assim, aproveitamos apenas uma fração desse potencial. Toda a infraestrutura que este plano já prevê, dos aeroportos e rodovias às ferrovias, como o Trem do Nordeste, trabalha a favor do turismo: são as vias que levam o visitante mais longe, com mais facilidade e menor custo. Vamos somar a isso a promoção do destino Brasil e a valorização das vocações de cada região, para que o turismo gere renda e emprego, sobretudo nas cidades do interior e nas regiões que mais precisam de oportunidade. Mas nada disso se sustenta sem segurança. Um país que quer receber o turista, brasileiro e estrangeiro, precisa ser um país seguro, porque ninguém visita, investe ou volta a um lugar onde não se sente protegido. Por isso as ações do Brasil sem Medo, prioridade deste plano, são também a base para o turismo florescer: segurança e turismo caminham juntos. [p. 59, 60]

Em linguagem simples

O texto afirma que o país aproveita apenas uma fração do seu potencial turístico e cita a infraestrutura prevista no plano, de aeroportos e rodovias a ferrovias como o Trem do Nordeste, como apoio ao turismo. Propõe a promoção do destino Brasil e a valorização das vocações de cada região, para gerar renda e emprego, sobretudo no interior e nas regiões com menos oportunidades. Afirma ainda que o turismo depende de segurança e apresenta as ações do Brasil sem Medo como base para o setor.

O que não está no programa

  • Não detalha quais ações de promoção do destino Brasil seriam feitas nem quem as executaria.
  • Não apresenta metas de número de turistas, receita ou empregos.
  • Não indica orçamento nem prazos para as ações de turismo.