Negócio próprio
quem emprega a si mesmo tira o país das costas do Estado
Propõe criar o Minha Primeira Empresa, com menos burocracia, capacitação pelo Sistema S e crédito da CAIXA, e apoiar a internacionalização de pequenas e médias empresas via BNDES e Apex-Brasil.
O que o programa diz
Milhões de brasileiros não querem emprego: querem o próprio negócio. São eles que geram a maior parte das vagas de trabalho no país, e é a eles que o Estado mais atrapalha, com burocracia, imposto e falta de crédito. E muitos desses são jovens, que preferem empregar a si mesmos a esperar pela primeira vaga. Para quem está começando, vamos criar o Minha Primeira Empresa: menos burocracia para abrir e formalizar o negócio, capacitação e orientação pelo Sistema S, para que o empreendedor aprenda a gerir o que criou, e uma esteira de crédito e serviços da CAIXA ao seu alcance, que o acompanhe do primeiro balcão ao primeiro faturamento. Vamos apoiar o pequeno negócio com crédito para empreender e orientação, pela rede da CAIXA, e apoiar a internacionalização de pequenas e médias empresas via BNDES e Apex-Brasil, para que o produto brasileiro chegue mais longe. Somado à redução de tributos sobre a produção que este plano defende e ao Brasil sem Fila, que corta a burocracia de abrir e tocar uma empresa, o recado é um só: quem quer empreender vai encontrar no Estado um parceiro, não um obstáculo. [p. 45, 46]
Em linguagem simples
- O texto afirma que quem tem o próprio negócio gera a maior parte das vagas de trabalho do país e que o Estado atrapalha esses empreendedores com burocracia, impostos e crédito escasso.
- O programa propõe criar o Minha Primeira Empresa, para quem está começando. Prevê menos burocracia para abrir e formalizar o negócio, capacitação e orientação pelo Sistema S e uma sequência de crédito e serviços da CAIXA que acompanhe o empreendedor do primeiro atendimento ao primeiro faturamento.
- Prevê crédito e orientação para pequenos negócios pela rede da CAIXA.
- Propõe apoiar a internacionalização de pequenas e médias empresas por meio do BNDES e da Apex-Brasil.
- O texto soma essas medidas à redução de tributos sobre a produção e ao corte de burocracia do Brasil sem Fila, defendidos em outras partes do plano.
O que não está no programa
- Não detalha quais etapas de abertura e formalização de empresas seriam simplificadas.
- Não informa valores, juros ou critérios de acesso ao crédito da CAIXA.
- Não define como seria o apoio do BNDES e da Apex-Brasil à internacionalização.
- Não apresenta prazo, custo ou fonte de recursos para as medidas.