Brasil sem Medo

Terrorista vai ser tratado como terrorista

Propõe declarar PCC, CV, milícias e demais facções como organizações narcoterroristas, bloquear ativos do crime e firmar convênios com estados e municípios.

No programa: [p. 13]

O que o programa diz

Vamos declarar guerra ao crime organizado. PCC, CV, milícias e todas as outras facções serão declaradas como organizações narcoterroristas. Elas serão combatidas com força, inteligência e integração para que seus líderes sejam presos e seus negócios ilícitos, asfixiados. Vamos seguir o dinheiro do crime: bloquearemos ativos e desarticularemos a lavagem de dinheiro que sustenta as facções. Bandido armado com fuzil na mão vai ser abatido pelas forças de segurança. Vamos fazer consórcios e convênios com estados e municípios para investir em inteligência, retomada de territórios alinhada a políticas públicas estruturantes, tecnologia, armamentos de última geração e valorização do policial. Quem vai voltar a mandar no Brasil será a lei. [p. 13]

Em linguagem simples

  • O programa propõe declarar PCC, CV, milícias e as demais facções como organizações narcoterroristas.
  • Prevê combatê-las com força, inteligência e integração, para prender seus líderes e asfixiar seus negócios ilícitos.
  • Propõe bloquear ativos e desarticular a lavagem de dinheiro que sustenta as facções.
  • Afirma que criminosos armados com fuzil serão abatidos pelas forças de segurança.
  • Prevê consórcios e convênios com estados e municípios para investir em inteligência, tecnologia, armamentos de última geração, valorização do policial e retomada de territórios alinhada a políticas públicas.

O que não está no programa

  • Não indica o instrumento legal para declarar as facções organizações narcoterroristas nem o que muda, na prática, com essa classificação.
  • Não detalha em que situações e sob quais regras as forças de segurança agiriam contra pessoas armadas com fuzil.
  • Não informa valores, fonte de recursos nem prazo para os consórcios e convênios com estados e municípios.
  • Não especifica quais políticas públicas estruturantes acompanhariam a retomada de territórios.